O mar aparece entre casas caiadas, no azul profundo.
Espelha o céu sem nuvens.
O vento passa por ele como se soubesse o caminho.
A camisa de linho, solta sobre a pele ainda fresca, respira com ele.
É leve - como se o ar vestisse o corpo.
Existe algo que transforma esta altura do ano em nostalgia.
Uma música, vozes que passam, estalar dos passadiços e da calçada tosca, o sal na pele e aquele cheiro que sabe como o parar do tempo.
No corpo leva ainda o verão.
Tons de branco solar, azul profundo e complementos vibrantes.
Constroem uma paleta que evoca o sal, o mar, o calor que toca a pele e o brilho suave dos fins de tarde à beira-mar.
